Ferino, Mas Doce!!!


16/03/2010


 
 

Ferino, Mas Doce!!! (Blogger - Blogspot)

http://ferinomasdoce.blogspot.com

Classificação:

UMA NOVA FASE DESTE BLOG A partir deste mês de março de 2010, "Ferino, Mas Doce!!!" migra para o Blogger. Foram quase cinco anos sob o domínio do UOL. A primeira versão (esta em que você está agora) continua no ar, com muita coisa legal a ser lida e comentada.

Categoria: Link
Escrito por Ferino às 17h48
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13/03/2010


Vê mais longe a Gaivota que voa mais alto

 

 

Vê mais longe a Gaivota que voa mais alto

 

 

Ou de “como é profunda a caverna de Platão...”.

 

 

Recentemente, num treinamento que fiz, conheci um bando de malucos. Os mais lúcidos que já conheci.

 

Aprendi com eles, o meu bando, a amar alguém pela sua existência e não pelas suas idéias.

 

Aprendi, em bando, a identificar em mim o que me emociona, o que me dá coragem, o que me faz amar e até o que me faz rir feito um outro doido (doidinho... como diz meu filhotinho pequeno).

 

Aprendi, junto a eles, a voar alto. A ver o mundo de forma mais abrangente, com menos mesquinharias e menos problemas imbecis e bobos.

 

Lá de cima, já somente em minha própria companhia, aprendi a admirar as grande cadeias de montanhas... As cordilheiras. Senti  de perto o frio de seus cumes.... A dor que seu gelo impõe ao meu coração.

 

Lá de cima, vi a grandiosidade das águas.... Senti o frescor  das matas, das florestas e o vento no rosto de quem é livre.

 

Ao pousar na “minha” praia, consegui apreciar com muito mais amor, prazer e sabedoria a diferença que montes, riachos e grutas fazem ao íntimo do meu coração.

 

Escalei montanhas que amo. Matei minha sede num riacho de emoção e fiz rapel na escuridão com o coração na mão.

 

Viver é saber que tudo vale a pena.

 

E que amar é sinônimo de estar vivo.

 


 

 

Escrito por Ferino às 20h59
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11/03/2010


Chico Xavier - Trailer

Escrito por Ferino às 10h27
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Chico Xavier, o Filme.


O texto abaixo foi escrito e publicado, com exclusividade

 para a Revista Seareiro (Nº 108 – Ano 18 – Março/Abril 2010)

 órgão de imprensa espírita da Seara Bendita – Instituição Espírita.

 

 

Simplesmente “Chico Xavier”

 

Por Sylvio Montenegro*

 

Conta a metáfora bíblica que Deus levou sete dias para criar o mundo. Jesus precisou de 33 anos de encarnação para resumir a ação do Amor em toda Criação. Francisco Cândido Xavier viveu encarnado por quase um século para exemplificar que a mensagem do Evangelho está ao alcance da prática de todos nós, “reles mortais”. O jornalista Marcel Souto Maior precisou de 270 páginas para contar a história de Chico, no livro “As vidas de Chico Xavier”. O cineasta Daniel Filho baseou-se nesse livro para fazer um filme de 125 minutos da mais pura emoção que um ser humano pode sentir em “Chico Xavier”. Eu tenho 500 palavras para falar o quanto me tocou assistir essa obra. Bom, agora só 379.

 

No último dia 24 de fevereiro, a reportagem do “Seareiro” esteve presente no lançamento para a imprensa do filme que estréia em rede nacional em 2 de abril, data que marca o centenário de nascimento do médium . Éramos o único órgão espírita de comunicação na sala de projeção. Durante a exibição, sentíamos no ar a emoção dos demais colegas jornalistas dos órgãos não-espíritas. É a prova de que essa não é uma história restrita aos adeptos da Doutrina dos Espíritos. Quem tem uma alma em evolução, fica realmente tocado.

 

“Chico Xavier” retrata o maior médium da história do Espiritismo moderno com respeito e exatidão. Os “causos” relatados tendo como pano de fundo a famosa participação de Chico no programa de entrevistas “Pinga-Fogo” (1971), da extinta TV Tupi, não são, necessariamente, nenhuma novidade para quem já estuda o Espiritismo. No entanto, são uma forma de nos colocarmos muito próximos desse médium que, com certeza, de uma forma ou de outra, mudou a vida de cada um de nós.

 

Entre os 135 atores que participam da produção, difícil destacar alguém. A impressão é que, além de Daniel Filho em fantástica direção no plano físico, cada um teve uma “direção particular e meticulosa” do plano espiritual. Uma impressão que, com certeza, é real. Para ficar apenas no personagem principal, o menino Matheus Costa vive a infância (1918/1922) de um Chico Xavier ainda que quase desconhecido, apesar de histórias bem conhecidas. Ele, Matheus, mostra um Chico atormentado, mas feliz. Uma criança como qualquer outra, apesar de sua singularidade. O menino Chico é encantador.

 

Já Ângelo Antônio retrata o período entre 1931 e 1959 (dos 21 aos 49 anos). É excepcional. Passa ao espectador não só a paz de Chico, como a força de quem luta por suas convicções com amor e respeito ao próximo, apesar de todas e quaisquer diferenças. Nelson Xavier vive o médium já em sua fase de “consagração”, quando, inclusive, chegou a ser indicado para o Nobel da Paz. Entre os anos de 1969 e 1975, Nelson vive plenamente um Chico missionário. Na missão de divulgar os preceitos de Jesus, com a luz dos ensinamentos dos Espíritos. É uma atuação marcante. O Chico está ali.

 

As 500 palavras estão acabando e ainda não falei de um defeito que seja, apesar da função, aqui, ser de um “crítico”. Ah!!! Na história do pânico que Chico viveu (repreendido por seu mentor Emmanuel) durante a turbulência em um avião da VASP, o filme mostra um logotipo da empresa que só seria criado na década seguinte. Eu sei. Trabalhava lá.

 

E tirando a brincadeira, se prepare para ver um filme, literalmente, do começo ao fim. Você não desgrudará o olhar nem quando os letreiros subirem... E tudo numa grande prece de amor e alegria. (Estourei o texto. Que Emmanuel me perdoe a falta de disciplina!!! Assim seja.)

 

*Sylvio Montenegro é jornalista profissional

e trabalhador da Seara há 30 anos.

Escrito por Ferino às 07h10
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09/03/2010


Só pra você!

Escrito por Ferino às 16h38
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Sobre falar "Eu te amo"...

Sobre falar de amor....

 

Outro dia me falaram que eu falo “eu te amo” muito fácil.

Sou obrigado a concordar.

Falo mesmo. Muito fácil.

Mas não minto. Isso é certo.

 

Durante anos... Décadas... Quem sabe até séculos e milênios, eu me segurei para falar para quem eu sentia alguma forma de amor o quanto eu amava essa pessoa.

 

Não me arrependo, mas perdi chances enormes de dizer o quanto determinadas pessoas foram, são e sempre serão importantes para mim.

 

Existem muitas formas de amor, isso é certo.

 

Mas não estou falando de nenhumas delas especificamente.

 

Estou falando do verdadeiro Amor. Aquele que é pelo ser humano e não pela pessoa em si.

 

É lógico que podemos também sentir amores pelas pessoas: amores inclusive de relacionamentos amorosos.

 

Esse eu evito falar muito ainda.

 

Mas quando digo que amo alguém, acredite, é de verdade.

 

Amo pois aprendi a Amar.

 

Mas também já me dou ao direito de desgostar de algumas outras pessoas.

 

E olha... As duas coisas são muito boas!

 

 

 

Categoria: Opinião
Escrito por Ferino às 16h25
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30/06/2009


 
 

"Sábado de Sol", mas com nuvens espassas

Queridos amigos, deixo aqui um abraço de profundo lamento pela forma com que foi conduzida toda a questão que envolveu a saída do Sábado de Sol, momentaneamente, dos palcos que o fizeram nascer e se tornar uma das referências de muitas crianças, jovens e adultos. Mas parece que existem ainda pessoas aptas a julgar os outros, em nome de um que dizia: "não julgueis para não serdes julgados".
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Parafraseando sempre o mesmo Jesus, "Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem!".

Categoria: Opinião
Escrito por Ferino às 17h56
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13/10/2008


Quando você vai tomar uma decisão na sua vida???

Andressa Duarte

Um Exemplo de Muita Vida

Escrito por Ferino às 18h19
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22/08/2008


Antes de ler o texto abaixo, dê um play nesse vídeo e leia ao som de ”Do You Know Where You're Going To?”

Escrito por Ferino às 17h29
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Um sonho... Uma chegada... Uma dúvida... Todas as esperanças.

Um sonho... Uma chegada... Uma dúvida... Todas as esperanças.

 

Chovia como há muito não se via nesta seca cidade de São Paulo, vinda de um outono, e em pleno inverno.

 

A avenida Morumbi, quase que completamente deserta naquela noite, em alta madrugada, dava medo para quem caminhava sozinho, acompanhado apenas por um carrinho de mão onde estava depositado um notebook com todas as suas informações relevantes.

 

O guarda-chuva preto, apesar de enorme, não dava conta do temporal que vinha de todos os lados, causando redemoinhos como se a cidade estivesse sendo invadida por sacis.

 

Naquele trecho, de quem sobe da Marginal para o Palácio dos Bandeirantes, as calçadas pareciam estar em reformas. Todas elas. Ou se andava por degraus enormes e grande quantidade de lama, ou se arriscava pelo meio da rua, com os carros passando em alta velocidade, como se isso protegesse ainda mais seus condutores.

 

Subindo pela avenida, o pensamento estava focado em se chegar à casa daquela mulher. Na verdade, um apartamento. Uma cobertura em algum ponto do bairro mais emblemático da classe “A” paulistana, mas que, ironicamente, convive com a segunda maior comunidade carente da cidade: Paraisópolis.

 

Desesperado... A cena corta para a chegada à porta apartamento.

 

Desgrenhado... Molhado... Sujo... Estenuado, bate à porta, mesmo sem nem ter que se identificar na portaria daquela mansão vertical.

 

A porta se abre e uma linda e charmosa mulher lhe fita os olhos, com uma expressão de quem já aguardava a visita esquisita...

 

A pergunta dela é clara, sem nem querer saber quem lhe importunava:

 

- O que você deseja? – Ela fala...

 

E completamente cansado da batalha, ele cai na real.

 

Não sabe o que deseja!

 

 

 

Este foi literalmente um sonho sonhado, e guardado em detalhes em algum lugar daquilo que achamos ser nossa memória. O cara atordoado, é lógico, sou eu. Um atordoado de carteirinha.

Desde então, me pergunto: o que desejo?

Numa aula, no mesmo dia que acordei do sonho, para uma classe do 2º ano do Curso Básico de Espiritismo que ministro na Seara Bendita (minha casa espiritual), conto esse sonho para ilustrar o tema “Perfeição moral – Conhecimento de si mesmo”.

Uma de minhas alunas (uma beijóka para a Bióca) cita a música que ora você ouve apenas instrumentalmente.

 

Agora, aí embaixo,

Você a ouve, com letra e tradução e tente se conhecer melhor.

Quem sabe, você descobre onde está indo.

E, se chegando lá, perceber que é um bom caminho pra mim também, por favor, não deixe de me avisar.

Escrito por Ferino às 17h28
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Durma-se com um barulho desses!!!

Escrito por Ferino às 17h24
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"DO YOU KNOW WHERE YOU'RE GOING TO" (THEME FROM MAHOGANY) - Diana Ross

"DO YOU KNOW WHERE YOU'RE GOING TO" (THEME FROM MAHOGANY) - Diana Ross

(Você sabe para onde você está indo?)


Do you know where you're going to? (Você sabe para onde você está indo?)

Do you like the things that life is showing you? (Você gosta das coisas que a vida tem te mostrado?)

 

Where are you going to? (Para onde você está indo?)

Do you know? (Você sabe?)

Do you get what you're hoping for? ( Você tem o que você está esperando?)

When you look behind you there's no open door (Quando você olha para trás não há nenhuma porta aberta)

What are you hoping for? (Pelo que você está esperando?)

 

Do you know? (Você sabe?)

Once we were standing still in time (Uma vez que nós estamos parados no tempo)

Chasing the fantasies (Perseguindo as fantasias)

That filled our minds (Que encheram as nossas mentes)

You know how I loved you (Você sabia o quanto eu te amava)

But my spirit was free (Mas meu espírirto era livre)

Laughing at the questions (Rindo das questões)

That you once asked of me (Que uma vez você perguntou sobre mim)

Chorus: * Do you know...? (Você sabe?)
   
Now looking back at all we've planned (Agora olhando tudo que nós temos planejado)

We let so many dreams (Nós deixamos tantos sonhos)

Just slip through our hands (Simplesmente escorregarem de nossas mãos)

Why must we wait so long (Por que nós devemos esperar tanto)

Before we'll see (Antes de vermos)

How sad the answers (O quão tristes as respostas)


To those questions can be? (Para estas questões podem ser?)

Chorus: * Do you know...? (Você sabe?)

Escrito por Ferino às 17h22
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Estas postagens, eu dedico pra você Bia, e dedico para todos aqueles que conheço e que amam e que, de alguma forma, vivem esse amor intimamente.

Escrito por Ferino às 17h22
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08/07/2008


Luto e revolta pela morte de João Roberto Amaral



Falar o quê???


Dizer o quê???

Só pedir perdão a uma criança que não tinha nada com isso.

Tchau Homem Aranha!

Tenho um filho do seu tamanho e simplesmente não acredito nisso tudo.

Um beijo pra você, seu irmãozinho e seus pais.

Que Deus dê força a todos nós e a vocês, em especial.




Escrito por Ferino às 18h24
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08/05/2008


Tá na hora... Tá na hora...

Tem hora pra tudo: hora pra começar, hora pra acabar.

E viva a Lei de Destruição!!!

 

            Tem gente que tem medo da morte. Essas pessoas são normais. Afinal quem não tem um mínino de receio daquilo que não temos certeza como é? Ter medo da morte é salutar para manter a vida até o ponto que ela seja necessária ou, diriam outros, desejada.

            Se você parar para pensar com cuidado vai perceber que, como quase tudo no universo, o conceito de “vida” só existe porque existe o conceito de “morte”, ou seja, é como se a uma não pudesse existir sem que houvesse a sua própria negação. Mais ou menos como “claro” e “escuro”...

            Ora, você só consegue explicar o “claro” para quem sabe o que é o “escuro”. E vice-versa (que é outro paradigma de contrários).

            Morrer faz parte da vida.

            Seria muito chato se, eternamente, você soubesse que seja lá o que você fizer, o dia seguinte não será nada mais do que a continuação do dia que se foi. Já assistiu ao filme “Feitiço do Tempo”? Conhece a história do “Dia da Marmota”? Vá no Google e pesquise porque não vou parar o que estou escrevendo para explicar...

            Eu diria que morrer é a confirmação que você esteve vivo.

            Siga esse diálogo:

            “-         Coitadinho... Ele morreu!!! Comenta alguém para outro alguém.

            -           Morreu? Sinal que ele estava vivo. Responde o outro alguém para o alguém.

            Faz sentido (penso eu).

            -           Como assim? Diz de novo alguém, e complementa: - Se ele não tivesse morrido continuaria vivo.

            -           É verdade, mas nunca daria importância a isso. Perpetra o outro alguém.”

            E sou obrigado a ser repetitivo: faz sentido.

            Uma das condições para que o Universo permaneça através dos tempos é a sua condição pendular.

            Se tudo estivesse sempre em perfeito equilíbrio, nada existiria porque as coisas se auto-anulariam. O que vale é a tentativa... A busca pelo equilíbrio. E, de vez em quando, a gente passa por ele. Dá um “oi” e volta a se distanciar dele até que chega a hora de retornar (olha o pêndulo).

            Se algo não chega a um fim é porque não está completo. Não estando completo, está inacabado. Estando inacabado, nunca fará sentido. Mas a Criação faz sentido. E. para fazer sentido, as coisas precisam sim ter um fim. E, quando acabam, se transformam.

            A Lei de Destruição nada mais é do que a constatação de Antoine Laurent Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. As coisas só se renovam porque envelhecem. Só renascem porque morrem. Você só chora porque sabe o que é estar alegre. Você só ama porque sabe a dor da indiferença.

            E durma-se com um barulho desses, né não Jane Duboc?

                   

 

Que Outro Dia Amanheça

 

Jane Duboc

 

Composição: Edson / Terezinha Fagá

 

Antes de fechar a porta e ir embora,
Não me venha dizer que está levando tudo
Que deseja deixar.
Pegue o seu medo e tristeza,
E escreva nas páginas do livro,
Deixado em cima da mesa,
E não se esqueça,
É preciso que um dia se vá,
Pra que outro dia amanheça.

Não se esbarre na louça,
E repare no jardim,
As plantas subindo pro sol.
Nunca deixe de cantar à brisa,
E de voltar quando queira.
Não perca a altura do vôo,
Nem se desvaneça.
O tempo é concreto,
E se você tem pressa,
Não perca a cabeça.
É preciso que um dia se vá,
Pra que outro dia amanheça.

Escrito por Ferino às 18h02
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