Ferino, Mas Doce!!!

Opinião


09/03/2010


 
 

Sobre falar "Eu te amo"...

Sobre falar de amor....

 

Outro dia me falaram que eu falo “eu te amo” muito fácil.

Sou obrigado a concordar.

Falo mesmo. Muito fácil.

Mas não minto. Isso é certo.

 

Durante anos... Décadas... Quem sabe até séculos e milênios, eu me segurei para falar para quem eu sentia alguma forma de amor o quanto eu amava essa pessoa.

 

Não me arrependo, mas perdi chances enormes de dizer o quanto determinadas pessoas foram, são e sempre serão importantes para mim.

 

Existem muitas formas de amor, isso é certo.

 

Mas não estou falando de nenhumas delas especificamente.

 

Estou falando do verdadeiro Amor. Aquele que é pelo ser humano e não pela pessoa em si.

 

É lógico que podemos também sentir amores pelas pessoas: amores inclusive de relacionamentos amorosos.

 

Esse eu evito falar muito ainda.

 

Mas quando digo que amo alguém, acredite, é de verdade.

 

Amo pois aprendi a Amar.

 

Mas também já me dou ao direito de desgostar de algumas outras pessoas.

 

E olha... As duas coisas são muito boas!

 

 

 

Escrito por Ferino às 16h25
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30/06/2009


 
 

"Sábado de Sol", mas com nuvens espassas

Queridos amigos, deixo aqui um abraço de profundo lamento pela forma com que foi conduzida toda a questão que envolveu a saída do Sábado de Sol, momentaneamente, dos palcos que o fizeram nascer e se tornar uma das referências de muitas crianças, jovens e adultos. Mas parece que existem ainda pessoas aptas a julgar os outros, em nome de um que dizia: "não julgueis para não serdes julgados".
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Parafraseando sempre o mesmo Jesus, "Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem!".

Escrito por Ferino às 17h56
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11/01/2008


Motivação e entusiasmo

Vamos fazer o momento auto-ajuda deste blog.

 

Vejo tanta gente se queixar de falta de vontade. E me incluo nisso também, já que passei recentemente por processos depressivos. Fracos, mas depressivos.

 

Mas existem coisas que precisam fazer sentido mesmo, senão, não haverá quem consiga achar entusiasmo para seguir adiante.

 

É aí que entra a motivação. Se você não tiver um motivo, como poderá ter entusiasmo?

 

Mas vamos de trás para frente, porque ir na ordem certa às vezes cansa: a palavra “entusiasmo” tem origem etimológica no grego “enthusiasmós”.

 

“En” quer dizer “em” mesmo... “Thu” é a abreviação de “Théos” (Deus)... E “mós” é uma terminação ligada aos termos substantivos.

 

Trocando em miúdos: uma pessoa entusiasmada é uma pessoa tomada por Deus... Possuída por Deus.

 

Ora, mesmo Deus em sua essência de premissa é algo motivador.

 

Por que Deus criou tudo o que existe?

 

É tão simples de responder... E perdemos tanto tempo com isso...

 

Deus criou tudo porque Ele é Amor Incondicional.

 

O Amor Incondicional é o motivo de você estar lendo este texto... De você existir e de você perceber o mundo que Ele criou.

 

E você, em sua humildade existencial, deve estar pensando: “ele (no caso eu) escreve ‘você’ quando deveria estar falando de ‘todos nós’...”.

 

Até poderia ser isso, mas não é não: estou falando de você mesmo.

 

Você já parou para pensar que tudo que foi criado está à sua volta?

 

E que Deus fez isso para que você pudesse perceber tudo?

 

Sensações, sejam elas quais forem, são o que nos dão a certeza de existirmos.

 

Deus, motivado por um Amor Incondicional, não teria como guardar todo seu poder para não dividir com ninguém nem nada: ele tem que criar.

 

É a única obrigação dele com Si Próprio.

 

E nós, criados à sua imagem e semelhança, temos que nos motivar da mesma forma: por um amor incondicional que nos leva a estar possuídos por Deus... Motivados e entusiasmados pelo motivo incondicional que o Criador nos incute.

 

Procure o seu amor. O de verdade. Deus se encarrega do resto ao te possuir.

 

E durma-se com um barulho desses!!!

Escrito por Ferino às 18h10
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10/01/2008


Só pra te agradar?

Não são poucas as vezes que gostaríamos de esquecer algo que se passou com a gente. É um engano.

Uma vez, conversando com uma das pessoas que mais diferença fez na minha vida - meu professor de química orgânica no Colégio Contato, no Recife, Arildo Almeida, ele me dise o seguinte: "Sylvio, não tente esquecer as coisas porque você não irá conseguir. Aprenda com elas".

Sabedoria pura.

Não existe experiência boa ou ruim, mas apenas experiência. O que ela fará pra você (ou de você) depende só das suas decisões. E eu decidi que tudo me faria bem.

2007 terminou espetacularmente bom, comparado à forma que começou. 2008 começa mostrando que o mundo gira, e que eu estou tonto (rsrs).

As coisas acontecem... A gente as vivencia... Alguns concordam com você... Outros nem tanto...

E, como diz Ana Carolina na música "Garganta":

Não mudo minha postura só pra te agradar!!!

Feliz 2008!

"Ferino, Mas Doce" está de volta. E durma-se com um barulho desses!!!!!!!

Escrito por Ferino às 17h48
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14/07/2006


Esclarecimento

Aos Palmeirenses!!!

Entendo a irritação com aquilo que disse na reportagem na final da Copa do Mundo.
Gostaria apenas de esclarecer que se fui infeliz na colocação não foi de propósito.
Pelo contrário.
O que tentei dizer ali (e evidentemente não consegui) era de que a torcida do Palmeiras, chateada com a atual situação de seu clube, não teria muito mais a comemorar.
Tive a intenção de criticar sim o momento administrativo do clube e não a própria Sociedade Esportiva Palmeiras.
Muito menos a torcida do Palmeiras que, mesmo sempre sabendo que sou santista, me tratou de maneira respeitosa no Palestra Itália e em outros estádios da vida.
Aliás, declaro o time para o qual torço exatamente para manter a transparência jutno a quem tem o direito de saber quem está falando de seu clube.
Como aliás, neste caso presente.
Se ofendi não era a intenção.
De qualquer maneira, encaminhei um texto aos Comandantes da Tropa que espero que seja publicado lá na comunidade.
Por enquanto, uso este espaço para tentar esclarecer.
Não sou de fugir não. Quem quiser falar comigo basta me procurar na Tv, ou mesmo nos treinos do próprio Palmeiras e nos jogos.
Vocês não só tem o direito de criticar, como também de me questionar quando encontrarem comigo.
Espero ter essa oportunidade com muitos de vocês, afinal, amo o futebol tanto quanto cada um.
E se torço para outro time, isso é só uma questão de afinidade e não tem nada a ver com caráter ou desprezo por quem quer que seja.
Um abraço a todos.
 
(Este texto foi inicialmente publicado em meu perfil no orkut, além de ter sido copiado por alguns palmeirenses em alguns tópicos de comunidades  da torcida do Palmeiras. Agora deixo-o publicado aqui para que todos possam lê-lo e comentá-lo, se for o caso)

Escrito por Ferino às 01h13
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01/04/2006


Santos Futebol Clube

“Era Pelé”, “Era Meninos da Vila”, “Era Giovanni”, “Era Diego e Robinho”...

Era uma vez uma fila!!!

 

Seis de novembro de 2005. Ali começava a campanha vitoriosa do Santos Futebol Clube rumo ao seu 16º título de Campeão Paulista, o de 2006. Alguém, menos avisado, poderá dizer: “...novembro de 2005? Mas o campeonato não é de 2006?”. Pois é, mas foi naquele fatídico dia para a torcida santista que começou a virada rumo a esse título esperado há quase 22 anos. Ao levar uma humilhante goleada para o Corinthians por sonoros sete a um, o Peixe sentiu o baque e teve que se mexer. A troca do técnico, sem clima entre os jogadores foi inevitável. A chegada de Vanderlei Luxemburgo soou como um tsunami na Baixada.

O técnico que já havia dado um título ao clube em 97 – Campeão do Torneio Rio-São Paulo, 13 anos após a última conquista (justamente o último título Paulista), chegou fazendo uma revolução. Praticamente mandou embora todo o elenco da temporada passada e trouxe nada mais nada menos do que 17 novos jogadores (a maioria desconhecidos) para esta temporada.

Nem o mais otimista dos santistas poderia supor que, com isso tudo, o Peixe fizesse o que está fazendo. Desde 1984, quando Humberto cruzou a bola para área e Serginho Chulapa cutucou pra dentro do gol do mesmo Corinthians, que o torcedor alvinegro da Vila Belmiro não se sente tão abençoado numa competição estadual.

De vitória em vitória – algumas bem magras, é verdade – o Santos faz uma campanha irrepreensível: perdeu quando podia perder; empatou quando tentava vencer; e venceu mesmo quando não parecia ter forças para vencer. Sem entrosamento, típico de um elenco que se conheceu outro dia, sem uma pré-temporada decente (assim como seus principais rivais ao título), mas com um técnico que tem a capacidade impressionante de fazer um time jogar, com jogadores que se dedicam e não entregam o jogo até o final, com uma torcida que soube reconhecer o momento difícil, sem saudades de tempos recentes, o Santos deste Paulistão 2006 dá uma lição que futebol não se faz só com dinheiro, mas com empenho, dedicação e muito suor.

Desde que o Rei do Futebol parou na década de setenta, os santistas tiveram que se acostumar com o rótulo de “viúvas de Pelé”. De lá para cá, outros casamentos e outros títulos: “viúvas de Aílton Lira”, “viúvas de Juari”, “viúvas de Giovanni”, “viúvas de Diego”, “viúvas de Robinho”, “viúvas de Leão”, e atualmente, “futuras viúvas de Luxemburgo”.

Pois é. É melhor ter vários casamentos felizes com separações nem sempre muito tranqüilas, do que nunca ter por quem chorar.

Escrito por Ferino às 12h52
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Está difícil não falar do Corinthians

Está difícil não falar do Corinthians.

(Texto publicado no jornal "A Bola", em minha coluna "Ferino, mas doce!!!", em 20 de março de 2006)

 

Até pouco tempo atrás, aqui neste espaço de “A Bola”, eu escrevia exclusivamente sobre o Corinthians. Depois, com a chegada desta coluna, os temas ficaram diversificados. Mas está difícil não falar do Corinthians. E pior: está difícil falar de algo positivo no Timão.

Trabalhando pela reportagem da Rede Gazeta de Televisão e da Rádio Gazeta 890 AM, na última semana, passei boa parte de meu tempo no Parque São Jorge, tentando entender o que acontece no clube de maior torcida do futebol de São Paulo e, segundo as últimas pesquisas, o principal do Brasil nesse quesito.

O maior sonho do clube e de sua torcida – a conquista de uma Libertadores da América – está de novo aí para que o título seja perseguido. Com uma parceria milionária, um elenco fabuloso e a força da Fiel, tudo indicava para, pelo menos, uma busca bem direcionada no objetivo eterno alvinegro.

Pura ilusão. O caldeirão político-administrativo que se transformou a parceria faz do Sport Club Corinthians Paulista um arremedo de time de futebol. Motivo de chacota, desconfiança e gozação a uma torcida que não merece. Está na hora dos conselheiros abrirem os olhos, deixarem de lado seus compromissos furados e admitirem, intimamente, que o clube não suporta mais discussões estéreis.

Estéreis sim. Afinal de contas, foram os próprios conselheiros que arrendaram o maior patrimônio do clube – o departamento de futebol – para a MSI. Agora, cumpram-se as palavras de todos até que o contrato acabe. E, para que o problema diminua, o Timão tem pela frente quase um década para fazer um plano de viver seu segundo centenário com forças próprias, que não são poucas, e virar, definitivamente, uma potência do futebol mundial.

Escrito por Ferino às 12h50
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07/03/2006


Os “Deuses da Bola” estão de olho.

Os “Deuses da Bola” estão de olho.

(Texto publicado no jornal "A Bola", em minha coluna "Ferino, mas doce!!!", em 06 de março de 2006)

 

Nunca fui de defender publicamente a convocação deste ou daquele jogador para a Seleção Brasileira de futebol. Penso que isso é como pênalti marcado: não adianta reclamar que o árbitro não vai voltar atrás. Principalmente porque, neste caso, o “árbitro” atende pelo nome de Carlos Alberto Parreira, um homem que entende muito de futebol e tem suas convicções tão arraigadas que tentar influenciá-lo é o mesmo que discutir filosofia, em português, com um alemão. Não vai acontecer nada.

Quando, na última edição deste espaço, pedi a convocação de Rogério Ceni, o fiz por uma questão de justiça, mesmo duvidando que isso algum dia aconteceria. No entanto, além de mim, dos tricolores, e de milhões de brasileiros, parece que também os “Deuses da Bola” não se conformavam com a ausência do goleiro artilheiro no escrete canarinho.

Aos pouquinhos, um por um, os concorrentes diretos às três vagas para a Copa 2006 foram sendo retirados da linha de frente. Felizmente, nenhum por contusão assim tão séria e, também, nenhum que não posso continuar pleiteando sua vaga na busca do hexacampeonato mundial. Para a lista que já tinha, pela ordem de preferência de Parreira, Dida, Marcos, Julio César e Gomes, agora temos mais um monstro: Ceni.

Resta a Parreira decidir se mantém a intenção de convocar dois grandes goleiros e um terceiro já prevendo a Copa de 2010; ou se muda o plano e leva três goleiros que, por justiça, fazem porque irem a Alemanha já agora. É uma bela dor de cabeça. E, tenho fé, que os “Deuses da Bola” estão de olho.

Escrito por Ferino às 23h49
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20/02/2006


Cada um com seu cada qual.

Texto publicado no jornal "A Bola", na minha coluna "Ferino, mas doce!!!", em 20 de fevereiro de 2006.

 

Hoje vou defender uma tese que, para quem me conhece, sabe que posso fazer com isenção: Rogério Ceni já para a Seleção Brasileira.

Exatamente: já!!! Pode ser que para a Copa ele não esteja entre os três melhores jogadores nacionais para a posição de goleiro (apesar de eu duvidar que isso aconteça), mas neste momento, francamente, o que mais ele vai precisar fazer para ser convocado por Carlos Alberto Parreira?

Tudo bem, ser o atual campeão paulista pode não ser assim um motivo tão importante. Só que, a partir daí, não dá para contestar seu momento especial (que, diga-se de passagem, nunca foi ruim em tempo algum): campeão da Libertadores e do Mundo pelo São Paulo e também, não vamos nos esquecer, pela própria Seleção Brasileira.

No entanto, alguns lembrarão, que esses são argumentos que poderiam (e devem) ser repartidos com seus companheiros nas duas equipes. É verdade; só que, exatamente na posição de goleiro, tanto as falhas quanto os méritos são extremamente pessoais.

Falhar, Rogério falha como qualquer ser humano normal, mas o nível de acertos é fora do comum. Extraordinário goleiro, o cara ainda pode se dar ao luxo de saber sair jogando como poucos zagueiros do futebol brasileiro e, quem sabe, até de alguns volantes um tanto quanto truculentos que andam por aí. Falar de suas cobranças de faltas e de pênaltis é até covardia.

Mesmo comparado ao grupo da Seleção Brasileira, Rogério pode ser apontado como o melhor batedor da atualidade, incluindo aí Juninho Pernambucano (em minha modesta opinião, um monstro nesse quesito).

Entretanto, fiquemos apenas no gol: Tudo bem que Marcos (em forma) é incontestável para ir a Alemanha. Dida, de confiança para Parreira, o treinador tem direito de levar (apesar de eu não esquecer que, jogando pelo Cruzeiro, ele tomou, numa partida só, cinco gols de Dodô – que coisa!). Mas, a partir daí, chega né?

Julio César, Gomes e outros também são grandes goleiros, mas nós temos três excepcionais goleiros. E, depois, mais quatro anos para achar outros, se assim for preciso.

Por favor Parreira, ninguém está pedindo a camisa de titular, mas justiça: Rogério Ceni é Seleção.

Escrito por Ferino às 19h26
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17/02/2006


Relações imprensa X futebolistas

Texto publicado no jornal "A Bola", na minha coluna "Ferino, mas doce!!!", em 13 de fevereiro de 2006

 

Sem querer ser chato e dono da verdade, gostaria de voltar ao assunto que envolveu Émerson Leão, técnico do Palmeiras, com o repórter José Henrique Semedo, da Rádio Central de Campinas, no intervalo da partida entre Guarani e Palmeiras, disputada no estádio Brinco de Ouro da Princesa.

Não quero tratar desse caso especificamente, já que os dois envolvidos prometem interpelar um ao outro na Justiça para que o assunto seja resolvido. E também porque não é a primeira vez (e duvido que seja a última) que esse tipo de situação acontece. Quero mesmo é falar e dar uma opinião sobre a relação da crônica com suas “fontes futebolísticas”.

Jornalista formado há 17 anos, mas atuando há 23, observo uma proximidade não muito salutar entre profissionais da imprensa e profissionais da bola. Não que isso seja ruim, necessariamente, mas é preciso uma distância salutar para a crítica, função secundária da imprensa, depois de informar.

Não há porquê jornalistas, jogadores, treinadores, auxiliares e demais profissionais não possam ter amizade, mas precisamos tomar cuidado com uma certa informalidade entre as partes que acabam gerando confusões desnecessárias.

Numa coletiva, por exemplo, já virou mania que assessores de imprensa coloquem regras para perguntas. Ora, ninguém é obrigado a dar entrevista, mas se vai dar, não nos obrigue que seja “assim” ou  “assado”...

Nós aceitamos e sinalizamos,assim, que eles, os profissionais de futebol, podem determinar como devemos atuar em nossa atividade profissional. Não está na hora de abaixar câmaras, microfones e blocos de anotações para quem não quer falar? Até porque, quem não quer falar, deve ter pouco a dizer?

Escrito por Ferino às 08h29
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